Durante a separação
Soluções consensuais e atuação judicial, conforme as questões familiares e patrimoniais de cada caso.
Divórcio consensual e extrajudicial
Para situações em que existe possibilidade de acordo sobre o fim do casamento e suas consequências. Conforme as circunstâncias do caso e os requisitos legais, o procedimento pode ser realizado judicialmente ou em cartório.
Divórcio litigioso
Quando não existe consenso sobre questões como partilha, guarda, convivência, alimentos ou outros efeitos da separação e é necessária atuação judicial.
Medidas protetivas em contexto de violência doméstica e familiar
Requerimento de medida protetiva e acompanhamento ou prosseguimento de medida protetiva pré-existente na esfera criminal, com análise das questões de Direito de Família relacionadas.
Processos de maior complexidade
Quando a separação reúne, por exemplo, empresa ou patrimônio com documentos incompletos, questões sobre filhos, urgências ou processos relacionados, pode ser necessária uma análise conjunta das provas, dos riscos e dos caminhos possíveis. A complexidade depende da combinação concreta desses fatores.
Partilha de bens
Para quem precisa entender o que entra na divisão e como o regime de bens afeta cada ativo. A análise considera a origem do patrimônio, sua avaliação e os bens adquiridos durante a união, ainda que registrados em nome de um só cônjuge.
Partilha com empresa ou participação societária
Comum quando um dos cônjuges é sócio ou administrador de empresa e o outro não sabe como isso entra na partilha. A análise parte do contrato social, das alterações societárias recentes e da distribuição de lucros.
União estável
Quando a convivência existiu sem contrato claro ou há dúvida sobre quando começou e quais bens foram construídos no período. O trabalho envolve reconhecimento ou dissolução, marco inicial e consequências patrimoniais.
